a que ponto estamos dispostos de falar o tudo? sabe-se que somos diferentes, sabe-se que olhando em quase todos os ângulos da diferença dele do lado vemos loucura.
de verdade, de perto, ninguém é normal.
mas é isso? sou diferente e louco e não falo?
sem a exposição não há a importação. se não sair, não entra. tudo funciona aqui dentro, feito engenhocas martelando 24h ao dia, mas ninguém sabe e ninguém saberá. mudo.
pra quê? se só se descobre vendo, vivendo, catando, explorando, compartilhando?
é o medo. quando eu faço, me mostrei. cristina e suas folhinhas…
eu posso escolher, sabe? eu tenho esse direito. as vezes escolho errado e muda fico. não cresço. paro.
mas quando exponho, me exponho, mas crio raízes em outros. falar é dar. dar de si e ter os outros.
´a mais vil de todas as necessidades – a da confidência, a da confissão. é a necessidade da alma de ser exterior. ‘ fernando pessoa.
mas, a melhor parte é a próxima parte. quando eu não preciso falar…